Simples normal
IBS e CBS recolhidos dentro do DAS, na alíquota do anexo.
Crédito das compras que fica retido dentro do DAS.
R$ 7.650,00E vai querer um número, não um “depende”. O Simulador Reforma lê os XMLs que já estão na sua mão, cruza com o PGDAS e responde empresa por empresa: quanto de IBS e CBS ela ganha de crédito, quanto perde, por qual motivo, e se vale a pena sair do DAS.
Sem cartão. Sem consultor. Você entra, sobe os XMLs e simula.
A janela de opção pelo regime híbrido
Carregando o prazo…
Art. 40-D da Resolução CGSN 140/2018, incluído pela Resolução CGSN 190/2026. Fora da janela, só na seguinte.
Dois números que você tem de cabeça: o faturamento do mês e o DAS que ele pagou. Em cinco segundos você vê a diferença entre a conta que quase todo mundo faz e a que a lei manda fazer.
A alíquota efetiva desta empresa é 8,83%. Com ela, a conta do extrato promete 2,9 vezes mais crédito do que existe. Numa carteira inteira, esse erro é a diferença entre uma recomendação certa e um cliente cobrando você em 2027.
Conta simplificada, para mostrar a ordem de grandeza: alíquota efetiva = DAS ÷ faturamento, aplicada sobre a venda e multiplicada pela fatia. O sistema faz isto por nota, por anexo e por ano da transição, com a redução de alíquota de cada atividade.
O extrato do PGDAS mostra quanto do DAS é PIS, Cofins, ICMS e ISS — uns 45%. Parece que é essa a fatia que vira crédito de IBS e CBS para quem compra. É intuitivo, é o que quase toda planilha faz, e está errado.
Repare que o 45% medido chega perto do número de 2033. Então a planilha acerta num cenário e erra em todos os outros, sem dar nenhum sinal. E quem vai ouvir a reclamação, daqui a um ano, é você.
É esta tela que encerra a discussão na sala. Não é um parecer nem um percentual solto: são as duas contas abertas, linha por linha, com o que sai do caixa em cima e o que fica escondido embaixo.
IBS e CBS recolhidos dentro do DAS, na alíquota do anexo.
Crédito das compras que fica retido dentro do DAS.
R$ 7.650,00IBS e CBS apurados por fora, no regime regular: débito menos crédito.
O débito vira crédito de quem compra. Não é caixa: é argumento de preço.
R$ 8.500,00Atacado do Anexo I, competência de exemplo. A diferença de caixa é de R$ 517,88 no mês — mas repare no número de baixo, à esquerda: R$ 7.650,00 de crédito que some dentro do DAS e não aparece em lugar nenhum do extrato. É esse que ninguém está calculando.
O que economiza é fácil de apresentar. O complicado é o outro, aquele que já ouviu de alguém que “agora todo mundo vai poder se creditar” e chega na sua sala achando que vai ganhar. Para segurar essa conversa não basta ter opinião: precisa de conta aberta, com o artigo do lado.
A tela de verdade, sem retoque. Atacado do Anexo I que vende para empresa: o híbrido sai R$ 517,88 mais barato por mês e ainda entrega mais crédito ao comprador. Essa é a fácil.
Compra 90 para faturar 100 e vende para contribuinte. O crédito das entradas cobre o débito, e o cliente dela aproveita o que ela transfere. Em 2033 a diferença chega a R$ 19.491 por ano.
Um salão de estética compra 4 para faturar 40, e quase tudo é mão de obra. Folha não gera crédito, e cliente pessoa física não aproveita nenhum. O sistema diz não migre, com a conta aberta para você mostrar.
A mesma tela, o outro cliente. O híbrido custaria R$ 28.891 a mais por ano, e R$ 93.484 em 2033.
Boa parte da sua carteira é prestadora de serviço que só emite NFS-e. Para ela, quase todo crédito entra à mão — energia, aluguel, telefone, software, doze meses de cada. É aqui que um sistema bonito morre e um sistema útil se prova.
Você escreve como falaria. Sem campo, sem combo, sem TAB.
A IA propõe natureza, fornecedor e regime. Nada grava sozinho — você confere linha a linha e confirma.
Sem migração de dados, sem integração, sem projeto de implantação. Você cadastra a empresa e começa pela competência que quiser.
NF-e e NFS-e nacional, arquivo solto ou ZIP inteiro. O sistema abre cada um e decide o sentido pelo conteúdo, nunca pelo nome do arquivo. Devolução, cancelada, denegada e transferência entre filiais já saem tratadas.
Escrevendo, como na demonstração acima. E o que se repete todo mês entra por recorrência: no mês seguinte já vem lançado esperando você conferir o valor.
Carro que também roda no fim de semana, notebook, celular. Isso não tem resposta pacificada, então o sistema não finge que tem: marca a operação e espera você decidir, sim ou não, com o dispositivo ao lado.
Competência revisada trava contra alteração e guarda quem revisou. O PDF sai com o logo e o nome do seu escritório, porque quem assina o trabalho é você.
Serve para você ver se corrige aqui mesmo ou se pede ao cliente que a próxima venha certa da origem.
Quando o comprador é contribuinte, ele não compara preço. Compara preço menos crédito. Duas empresas com a mesma tabela passam a custar diferente para ele, e o seu cliente vai descobrir isso perdendo venda ou dando desconto no susto. Melhor saber antes de quanto é.
Roda sobre a receita da competência ou sobre o valor de uma venda específica, para orçar aquele pedido.
O suporte vive dentro do sistema, na tela onde você travou. Sem número de protocolo para decorar, sem fila e sem robô pedindo para reformular a pergunta.
Um botão em toda tela abre a conversa já sabendo de qual cliente e de qual competência você fala. Você escreve e volta ao trabalho.
Erro nesse tipo de conta não aparece como erro. Aparece como número num PDF que você já entregou, e volta como pergunta seis meses depois. Três coisas foram construídas por causa disso:
Cada natureza de crédito tem o dispositivo, a condição e a vigência guardados em tabela. Quando a interpretação muda, muda num lugar só e você vê o que mudou.
O isolamento entre escritórios é regra do banco de dados, não filtro de tela. Tem teste automatizado que quebra se alguém afrouxar isso.
Simulação congelada guarda as alíquotas e as premissas que usou. Abrir daqui a um ano devolve o mesmo número que você mostrou ao cliente, mesmo que a tabela tenha mudado.
O motor de crédito tem 844 testes automatizados, com caso para cada regra: vedação do art. 57, as exceções do §3º, estorno de estoque, imobilizado, monofásico.
Um preço, sem limite de empresas. A conta não muda se você subir três clientes ou trinta — e não existe pergunta a responder antes de assinar.
Uma assinatura por escritório. Quantas empresas você quiser — sem adicional, sem faixa, sem conta a fazer antes de assinar.
Sem cartão. Cancela quando quiser.
Existe planilha que compara os dois regimes, e algumas são boas. A diferença aparece na segunda empresa — e outra vez em março.
| Planilha | Aqui | |
|---|---|---|
| Os números entram | digitados por você | lidos do XML e do PGDAS |
| De quantas empresas | uma aba por vez | a carteira inteira |
| A base legal | você procura | artigo citado em cada decisão |
| No mês seguinte | refaz | já está lançado |
| Na janela de março | refaz de novo | abre e olha |
A opção pelo híbrido se decide duas vezes por ano — setembro e março. Quem usou planilha em setembro vai digitar tudo de novo em março.
Sem fidelidade, sem taxa de implantação e sem “fale com um consultor”. Não há limite para passar, nem adicional para calcular: o que você paga no primeiro mês é o que paga no décimo, com a carteira que for.
Sete dias, sem cartão, com uma empresa. É de propósito: uma empresa de verdade, com os XMLs dela e o faturamento informado, responde se a ferramenta serve para você melhor do que cinco empresas pela metade. Terminado o prazo, o acesso é suspenso e você decide. Nada é cobrado automaticamente.
Não. Vendemos software para escritórios contábeis e não prestamos serviço de contabilidade — o cliente é seu, a relação é sua, e o trabalho sai com o seu nome no papel. Inclusive por isso o relatório imprime a sua marca, e não a nossa.
Não. Vem inclusa, com um limite mensal folgado por empresa. Se o seu escritório usar muito além disso, você cadastra a sua própria chave da API e passa a pagar direto ao provedor. E vale dizer: o sistema apura normalmente sem IA nenhuma. Ela é atalho de digitação, não requisito.
Não, e nem oferecemos isso. Os XMLs entram por upload no navegador, arquivo solto ou ZIP. Achamos que pedir a um escritório o acesso à pasta inteira dele é uma exigência que ninguém deveria aceitar, então não pedimos.
Ficam separados por escritório, por regra do próprio banco de dados. Nenhum outro assinante enxerga a sua carteira. Somos operadores dos dados que você trata, e o contrato traz a cláusula de tratamento nos termos da LGPD, com exclusão completa quando você pedir.
A ferramenta foi feita para o Simples Nacional, que é onde a decisão é mais difícil: ficar no DAS ou apurar IBS e CBS por fora. Empresa do Lucro Real ou Presumido aparece como fornecedora ou compradora nas simulações, mas a apuração dela não é o alvo aqui.
Por isso a base legal fica em tabela versionada, e não escrita no meio do código. Quando um dispositivo muda, a atualização chega para todo mundo com o texto e a vigência. E as simulações que você já congelou continuam devolvendo o número antigo, com as premissas antigas, porque foi daquele jeito que você apresentou.
Aquele que você não sabe dizer se deve migrar. Sobe seis meses de XML, informa o faturamento e olha a resposta com o artigo do lado. Se não te convencer, você não gastou nada.
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